servicos

 

PCDI – Pessoas com deficiência e incapacidade
PESES – Pessoas em situação de exclusão social
IP – intervenção Precoce; CRI – Centro de Recursos para a inclusão; CFP – Centro de formação profissional; CR – Centro de recurso do IEFP; OP – Oficinas de produção; CAO – Centro de atividade ocupacionais; LAR – Lar residencial; RA – Residência autónoma; SAD – Serviço de apoio domiciliário SCPA – Serviço de cedência de produtos de apoio; CC – Centro Comunitário; MV – Projeto Multivivências; SP – Serviços de Produção; BAR – Banco de alimentos e recursos

 

Serviços DATA INÍCIO Finalidade
PCDI 1976
IP – Intervenção Precoce 2014

O IP – serviço de intervenção precoce, da Cerciespinho intervém junto de 80 crianças dos 0 aos 6 anos, nos concelhos da Feira, Arouca e de Espinho e é uma resposta que visa garantir condições de desenvolvimento das crianças com alterações nas funções ou estruturas do corpo que limitam o crescimento e desenvolvimento pessoal e social e a sua participação nas atividades típicas para a idade, bem como das crianças com risco grave de atraso de desenvolvimento. Funciona sediada na ELI da Feira, situada em Paços de Brandão. A intervenção é balizada por uma reunião semanal dirigida pelo Coordenador, na sede da ELI e uma reunião mensal com o Núcleo Técnico de Supervisão. A intervenção, junto das crianças sinalizadas, é efetuado nos ambientes naturais destas crianças, ou seja, na habitação, creche, ama, escola ou outros espaços a designar, pelos técnicos do SIP da Cerciespinho

CRI – Centro de Recursos para a Inclusão 1976/2008

O CRI visa a promoção de uma intervenção educativa integrada e global junto de pessoas com deficiência e incapacidades, com graves desempenhos em termos de atividade e participação, assegurando as necessidades específicas e individuais tendo por base um determinado contexto social, económico e cultural. O CRI apoia, alunos das escolas públicas numa parceria dinâmica desde a referenciação, avaliação, conceção de programas educativos individuais, até às terapias, complementos ao currículo específico individual, transição para a vida ativa bem como no apoio à família e monitorização e avaliação dos impactos desta intervenção

CFP – Centro de formação Profissional 1989

O CFP tem como principal objetivo potenciar a inserção socioprofissional de pessoas com deficiência e sem deficiência, dotando os seus/suas destinatários/as de competências pessoais e socioprofissionais, contribuindo para a sua integração económica e social, através da transição para a vida ativa e da realização de projetos de vida concretizáveis. Pretende-se, assim, potenciar o quadro de qualificação de jovens e adultos/as, por via da valorização das competências adquiridas ao longo da vida em contextos formais e não formais, tendo em vista a integração socioprofissional dos/as intervenientes, a sua estabilidade no mercado de trabalho e a sua mobilidade profissional ascendente. Para tal, é fundamental fomentar a aquisição de competências psicossociais, a aquisição de competências técnicas associadas a uma profissão e, a aquisição de uma cultura e de um projeto profissionais. Torna-se ainda importante promover comportamentos e atitudes responsáveis e conscientes, motivar os/as jovens para a aprendizagem, fomentando a integração e inclusão social e o desenvolvimento da autonomia pessoal, de atitudes profissionais, de comunicação, reforço de autoimagem e da autoestima, da motivação e de condições de empregabilidade/aprendizagem

CR – Centro de recursos do IEFP 2011

O Centro de recursos da Cerciespinho visa o apoio aos Centro de emprego na realizando atividades destinadas a pessoas com deficiência e incapacidade, nomeadamente, de informação, avaliação, orientação e qualificação para o emprego, acompanhamento à colocação e pós colocação, adaptação de postos de trabalho, avaliação da capacidade de trabalho e avaliação para a atribuição de produtos de apoio. Pressupõe estreita articulação com empresas e centros de formação para construir com o cliente soluções à medida.

CAO – Centro de Atividades Ocupacionais 1992

Desenvolver o potencial das pessoas com deficiência mental grave através da criação de respostas e de intervenções em domínios fundamentais do desenvolvimento, promotoras da autonomia, da qualidade de vida e da inclusão social

OP – Oficinas de Produção 1993

O Serviço Oficinas de Produção é uma medida interna da organização, necessária para alguns dos/as nossos/as clientes. São, na sua maioria, ex-formandos/as do CFP que, devido às suas características e especificidades ou por falta de oportunidade de emprego, necessitam de desenvolver atividades de reforço às competências técnicas adquiridas. Outros objetivos deste serviço são: a promoção da autoestima e da rede de relações sociais, a promoção da empregabilidade através de experiência profissional em contexto real de trabalho, a motivação para os hábitos de trabalho/atividades ocupacionais e o processo de reconversão de competências profissionais. Este serviço tem todo o seu suporte financeiro (seguro, alimentação e gratificações) ao encargo da Cerciespinho, sendo solicitado às famílias uma comparticipação, em função das capacidades de cada agregado. As áreas em que estes/as clientes estão inseridos/as são os serviços gerais, carpintaria, jardinagem e tapeçaria.

LAR – Lar Residencial 2011

O Lar Residencial e a Residência Autónoma visam o acolhimento de pessoas com deficiência que se encontram temporária ou permanentemente impedidas de residir no seu meio familiar. Este departamento promove a integração, em equipamento residencial, de pessoas com deficiência, contribuindo para o seu bem-estar e qualidade de vida, reforçando a autoestima e autonomia pessoal e social e assegurando a interação com a família e com a comunidade no sentido da respetiva integração social.

O modelo de funcionamento que apresentamos caracteriza-se por 3 eixos estruturais:

  1. Resposta social temporária;
  2. Resposta social permanente;
  3. Interligação com outros Departamentos da Cerciespinho (Educação, Formação, Atividades Ocupacionais e Apoio à manutenção de emprego, entre outros).
RA – Residência Autónoma 2012

A Residência Autónoma integra pessoas com deficiência com capacidade de viver autonomamente. O apoio residencial é permanente ou temporário, de acordo com o projeto de vida individual, o desenvolvimento de competências pessoais e sociais e a capacitação de viver de forma independente. Os clientes beneficiam de atividades e tarefas da vida diária, designadamente relacionados com a alimentação e a higiene, no sentido de promover a autonomização. O serviço promove, ainda, o relacionamento entre os clientes, incentivando sentimentos de identidade e coesão entre os elementos do grupo. As finalidade do RA são:

Promoção do desenvolvimento pessoal (relacionamento interpessoal e autodeterminação);

Promoção do bem-estar (físico, emocional e material);

Promoção da inclusão social (empregabilidade, cidadania e direitos);

SAD – Serviço de Apoio Domiciliário 1998

Contribuir para o bem-estar e para o desenvolvimento individual das pessoas em situação de dependência, através da realização de serviços diversificados que respondam às suas necessidades, potenciais e expectativas:

Favorecer a permanência das pessoas no seu contexto habitual de vida, evitando ou retardando a institucionalização.

Prevenir o agravamento da dependência e o isolamento social.

SCPA – Serviço Cedência de Produtos de Apoio 2004

Este serviço consiste na cedência de equipamentos (camas articuladas, cadeiras de rodas, colchões anti escaras, cadeiras de banho e sanitárias, entre outros) a pessoas do concelho de Espinho através de um processo de inscrição, avaliação, atribuição, definição de comparticipação e período de cedência, entrega e montagem e desmontagem no domicílio, quando necessário

Serviços DATA INÍCIO Finalidade
EXCLUSÃO 1996
CC – Centro Comunitário do Bairro da Ponte Anta 1996

Promover o desenvolvimento integrado da população do Bairro da Ponte de Anta através de atividades que, de forma articulada, sejam polos impulsionadores de dinâmicas sociais coletivamente assumidas. No CC o/a cliente pode encontrar intervenções focalizadas na família, no indivíduo e/ou articuladas, direcionadas aos quatro grupos etários: crianças, jovens, adultos e idosos. As intervenções procuram articular respostas, encaminhamentos e atividades que favoreçam o desenvolvimento harmonioso da família, potenciem o empowerment, a livre escolha, a igualdade de oportunidades, a inclusão na comunidade e a qualidade de vida.

MV – Projeto Multivivências 2007

O Projeto Multivivências pretende desenvolver o seu trabalho com a comunidade cigana de todo o concelho de Espinho, centrando a sua intervenção nos complexos habitacionais da Ponte de Anta e da Marinha em Silvalde, onde se encontra o maior número de população a abranger, bem como, o maior número de problemáticas identificadas. Pretende como objetivo geral, promover a inclusão escolar desta comunidade, através da mediação social e comunitária, promovendo a educação não formal como metodologia para a inclusão dos/as seus/suas jovens nos contextos formais de educação.

Estrutura-se em 4 áreas estratégicas de intervenção – inclusão escolar e educação não formal; formação profissional e empregabilidade; dinamização comunitária e cidadania e empreendedorismo e capacitação. A intervenção é realizada num contexto de um Consórcio com entidades do Concelho.

SP – Serviços de Produção 1993

Dinamização da produção e venda dos produtos e serviços de carpintaria, serralharia, tapeçaria, costura, lavandaria, clube de artes e artes decorativas do Centro de Atividades Ocupacionais, entre outras, para o público em geral. Estes serviços têm uma função económica e social permitindo contribuir para a sustentabilidade da organização bem como apoiar pessoas da comunidade e principalmente divulgar a capacidade produtiva dos nossos clientes.

BAR – Banco de alimentos e Recursos 2006

O Banco de Alimentos e de Recursos resulta da articulação com o Banco Alimentar Contra a Fome, o FEAC e inclui ofertas adicionais de Escola Públicas e de particulares que são recolhidas e distribuídas pelas famílias carenciadas. A entrega de roupas e outros bens pelo Tribunal bem como por particulares e empresas é, igualmente, distribuída pelos/as clientes dos diferentes departamentos bem como pelas famílias carenciadas da comunidade. Acresce o mobiliário, eletrodomésticos e outros materiais e produtos que são oferecidos por empresas e particulares e distribuídos a pessoas/ famílias da comunidade desfavorecidas.

DAF – Departamento Administrativo-financeiro

O DAF é responsável pela execução da contabilidade, pela gestão dos recursos humanos, processamento de vencimentos, gestão de tesouraria (pagamentos e recebimentos), gestão do serviço de Cedência de Produtos de Apoio e a operacionalização de compras e seguros, assegurando as condições de funcionamento de todos os serviços da organização.

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